VAI FICAR DE FORA DESSA?

Calma, ainda não é a hora de dar tchau. O TribalTech até cogitou encerrar suas atividades em 2013, depois de 20 edições, mas o público pediu mais e em 2014, ganhou um retorno de primeira linha: o TribalTech Reborn, que vai rolar no dia 11 de outubro, na Fazenda Heimari, perto de Curitiba (PR).

Nascido lá em 2004, o TribalTech completa uma década de ótimos serviços prestados à música eletrônica, mas quem ganha o presente é o público. A seguir, a gente te apresenta uma série de motivos para não perder esse agito.

1. Renascido das cinzas
Depois do apocalipse, vem a ressurreição, e essa será a estética de todo o evento. No vídeo abaixo dá pra sacar que o renascimento é cheio de energia e movido a beats no último volume. Espere uma decoração surpreendente nos inspiradores 80 mil m² da Fazenda Heimari e muita imersão nesse clima de sobrevivência.

2. Dou-lhe um, dou-lhe dez palcos
Nas edições anteriores, o público podia fazer uni-duni-tê em, no máximo, cinco pistas. Agora, os subgêneros da música eletrônica poderão ser curtidos em 10 palcos, com atrações para tudo quanto é gosto. Os nomes já dão uma pista do que vai rolar na pixxxxta: TribalTech, VuuV, James, Radiola Track Top, La Folie e AIMEC, Club Vibe, Warung Beach Club, Cambalacho Bass Station e Funk You.

3. Um pioneiro entre nós
A certidão de nascimento do techno de Detroit tem um nome, Kevin Saunderson, e o Brasil mais uma vez recebe o holandês-norte-americano que sabe bem o que é pioneirismo. Integrante do Belleville Three, junto com Derrick May e Juan Atkins, Kevin deu uma trilha sonora à capital mundial dos carros. Diante de uma lenda, a gente tem a certeza de que vai perder o fôlego.

4. Uma estreia mais que aguardada
Falou em deep house, falou em Hot Natured Band. E esses seis magos da música eletrônica dançante vão tocar no Brasil pela primeira vez. Jamie Jones, Leee Foss, Luca C, Ali Love e Anabel Englund são craques em sacudir as pistas. Vai cair até lágrima de emoção quando rolarem os hits “Benediction”, “Reverse Skydiving” e “Forward Motion”.

5. Eletro-tecno agressivo com Anthony Rother
O alemão Anthony Rother não tem eira nem beira na hora de mandar um eletro-tecno firme e cheio de agressividade. Ele bebe na fonte do Kraftwerk, mas vai além no experimentalismo nas pistas, e sustenta essa viagem toda com uma arte visual bem caprichada.

6. Escolha entre mais de 100 atrações
São mais de 140 nomes em apenas um dia, divididos pelos dez palcos. Quem vai, simplesmente não vê a hora de dançar com os batidões certeiros de Dinamo Azari, Ellen Allien, Jamie Jones, Kolombo, Magda, Mathew Jonson, Nastia, Radio Slave e Tropkillaz, além dos já citados Anthony Rother Live, Hot Natured Band e Kevin Saunderson. É um cardápio da melhor qualidade, para ser experimentado em um lugar alucinante.

7. Tem artistas do Skol Music na parada
O Skol Music está de olho nos talentos brasileiros e quatro deles, integrantes dos selos Buuum, Ganzá e Tralalá, vão fazer a casa cair no TribalTech. Os hits autobiográficos e dançantes do Aldo, o eletrônico refinado e regional doJaloo, o house orgânico do The Drone Lovers e a bass brasileira do Tropkillaz estão mais que garantidos na festa da boa música.

8. Comida para quem precisa
Tantas horas de festa consomem uma energia sem tamanho, e o TribalTech terá toda uma estrutura com comida e bebidas para recarregar as baterias. Se rolará faisão ou carne louca, ainda não sabemos detalhes, mas contem com essa comodidade.

9. Eu voltei para ficar
O TribalTech voltou firme e forte, com pelo menos duas edições garantidas: o TribalTech Evolution (2015) e o TribalTech Escape (2016). A música eletrônica já pode respirar aliviada.

Confiram matéria completa no link: http://www.skol.com.br/music/backstage/nove-motivos-para-voce-se-esbaldar-no-tribaltech

(Fonte: www.skol.com.br)